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:: Orçamentos e Agenda de Shows ::

Rogério Vieira Farnezi
 

rogerio@batcaverna.com.br


(38)8804-1106

Diamantina é uma terra de histórias.

A Bat-Caverna é uma dessas típicas histórias diamantinenses tão conhecidas pelo país afora. Uma história marcada pela vitória do improvável, como a de Xica da Silva, impregnada de suor como a dos escravos, cravada de fé como a dos garimpeiros, permeada de sucesso como a de JK.

Originada em encontros intimistas de inquietos jovens diamantinenses, em um porão barroco de um bar na Rua do Rosário, a Bat-Caverna fez, desse local improvável, o seu batismo para seguir a vida celebrando a amizade e a alegria por meio da música, fazendo da cadência harmoniosa do samba o combustível para sempre seguir em frente.

O tempo e os ares tijucanos transformaram a idéia intimista inicial num projeto audacioso de compartilhar sentimentos verdadeiros – traço típico dos diamantinenses – por meio da música, no melhor Carnaval de Minas, por onde passa grande parte do país deixando e, principalmente, levando emoções.

Assim, e não por acaso, a metamorfose para os palcos aconteceu nas capistranas profanas do Macau, sob olhares auspiciosos de Juscelino, por entre as janelas austeras do Fórum e a escadaria pródiga da Igreja de São Francisco. Não havia como falhar... E não falhou!

Hoje, como um pelourinho de punição à tristeza, a Bat-Caverna açoita o Carnaval da Praça do Mercado com sagacidade, entusiasmo e ousadia, criando um quilombo de diamantinidade, esse sentimento que só quem vivenciou sabe o que é, mas não consegue explicar, apesar de fazer questão de dividir com todos à sua volta.

Construído por mais de 150 diamantinenses – de nascimento, de alma ou de contemplação – o democrático palco da Bat-Caverna ilumina-se por uma bateria vigorosa, que ecoa nos corações e estremece as almas, resplandecendo, em suas vozes, a amizade, a alegria e a espontaneidade que são sua essência. A batida marcante da Bat é compassada no ritmo dos corações desses diamantinenses; heróis anônimos que transformam vigor físico em pura emoção.

A percussão peculiar da Bat-Caverna imprime marca indelével e carismática em sucessos recorrentes nas festas brasileiras, criando versões inusitadas para músicas que não habitam normalmente o Carnaval e potencializando o samba para levar e elevar a multidão que marca seus shows.

Assim, por entre as serras de Minas, a Bat navega compassadamente por músicas tão díspares como o Domingo Sangrento do U2 e a descompromissada festa baiana, aportando no samba de raiz e alçando vôo com o Balão Mágico. A viagem prossegue fascinante a bordo do Ita, explodindo corações rumo à intensa história de amor do Taj Mahal, para finalmente brindar a mineira Saideira, pois o bom é viver como Gonzaguinha, sem vergonha de ser feliz, cantando a beleza de ser um eterno aprendiz!

Essa é, seguramente, a história que está prensada nesse CD. Uma história de diamantinidade e de como esse sentimento pode transformar um pequeno grupo de amigos em um pólo irradiador de amizade e alegria por esse mundo afora.

Bate, Bat-Caverna!!!! Bato palmas pra você! De pé!

Márcio Couto (Picolé) - dezembro de 2009

:: CD Bat-Caverna 25 Anos ::

Selecione a música para ouvir:

1. Tema de abertura (Batman)
2. Andei só
3. I'm yours
4. Taj Mahal / Fio Maravilha
5. Quando eu te encontrar
6. Uma noite e meia
7. Saideira
8. Eva
9. Rua 15
10. O que é, o que é?
11. Bateria da Bat-Caverna
12. Balão mágico
13. Me abraça
14. Quebra aê
15. De bandeja
16. Peguei um Ita no norte
17. Terminou, amém!
18. Bom demais
19. Pescador de ilusões
20. Sunday bloody sunday


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